6 Dicas para Fazer NeuroArquitetura

A NeuroAarquitetura. O que é e para que serve?

A nova NeuroArquitetura estuda humanizar os espaços “frios” através de perspectivas inéditas, potencializando o funcionamento dos gatilhos mentais que o cérebro cria ao longo da vida e proporcionando sentimentos benéficos através do aumento das atividades cerebrais, que induzem à comportamentos positivos de maneira inconsciente.

 

Por que investir em Neuroarquitetura?

Esse tema, ainda muito pouco explorado no Brasil, e, como a visto acima, propõe entender como os sentimentos dos seres humanos estão ligados diretamente aos ambientes.
A busca pelo aumento de produtividade, a criação de ambientes de trabalho inovadores que atraem os melhores talentos e a retenção de colaboradores, geram inúmeras discussões, inclusive em aspectos gerenciais, liderança e organização nas corporações.
Na arquitetura corporativa encontramos diversas soluções projetuais que visam melhorar o convívio e a produtividade dos colaboradores de uma empresa, proporcionando-lhes maior bem-estar e aumento no nível de engajamento através das mudanças de comportamento induzidas pelo novo ambiente de trabalho.

 

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Os 6 pontos fundamentais para aplicar NeuroArquitetura corretamente:

  1. Iluminação natural.
  2. Iluminação artificial.
  3. Acústica.
  4. Olfato.
  5. Privacidade.
  6. Interação.

 

Iluminação Natural:

O cérebro e o corpo humano necessitam de sol por uma série de fatores, como por exemplo: Liberação de melatonina (hormônio responsável pela boa qualidade do sono) e produção de vitamina D, que são importantíssimos para nós. Além de melhorar o humor – pois o corpo é “programado” para funcionar sob efeito do sol, que ele acelera nossas atividades vitais – a falta de luz solar pode gerar sérios problemas como depressão e transtornos de ansiedade.

 

Iluminação Artificial:

Em relação à iluminação artificial precisamos ter cuidado com a temperatura da luz a ser utilizada em cada ambiente. Lâmpadas frias (brancas) nos deixam em estado de alerta, enquanto lâmpadas quentes (amarelas) trazem sensação de aconchego e tranquilidade. Qualquer que seja a escolha, os dois tipos de iluminação induzem a sentimentos que não são interessantes quando aplicados em excesso. Uma solução para esse dilema é mixar ambientes com as duas opções de iluminação e criar diferentes ambientes de trabalho no escritório. A criação a áreas colaborativas e de descompressão com iluminação quente, são fundamentais para redução do índice de estresse e melhora no nível de concentração, criatividade e produtividade.

 

Acústica:

Esse é um tema ainda pouco abordado em muitos escritórios, mas talvez um dos mais importantes, pois o nível de decibéis (ruídos) em um ambiente tem influência direta no humor das pessoas. Nos escritórios, o nível confortável é entre 60 a 65 db. Quando esse índice é ultrapassado ocorre excesso de ruídos que incidem em considerável queda na produtividade, lavando a maiores chances de erros e mudanças negativas no humor do colaborador, pois ativa a amigdala cerebral, podendo gerar distúrbios de ansiedade.

 

Olfato:

Pode não parecer importante, mas o olfato está intimamente ligado aos sentimentos. Por isso, devem ser criados procedimentos para evitar odores muito fortes, tornando o ambiente mais neutro possível, pois a preferência por determinados aromas faz parte da individualidade do ser humano.

 

Privacidade:

Outro detalhe importante é a dimensão do espaço individual de trabalho. Segundo estudos, o diâmetro mínimo aceitável para cada indivíduo é de 1,20m. Mesas de trabalho menores podem causar sentimento de claustrofobia. É interessante também disponibilizar espaços mais privativos para situações, como, por exemplo, realizações de calls, conferências, ou até mesmo ligações particulares. Uma boa solução é o uso de Phone Boths.

 

Interação:

Em novos projetos de arquitetura corporativa existe um grande consenso na implantação de espaços denominados ambientes de descompressão ou colaborativos, conectados aos espaços de trabalho. Estudos comprovam que essas novas áreas exercem influência direta no comportamento dos usuários: os colaboradores se sentem mais descontraídos e obtém uma nova perspectiva em relação a empresa, aumentando o nível de engajamento e criatividade na medida em que o colaborador se sente mais valorizado. O índice de inovação de surgimento de novas ideias também cresce automaticamente. O posicionamento dos espaços colaborativos deve ser estratégico no projeto, fixando esses pontos em áreas próximas aos staffs, para estimular a movimentação e a interação entre as pessoas. Essa movimentação também contribui para a melhora na saúde, pois alterar as posições do corpo estimula a oxigenação dos músculos e do cérebro.

 

Conclusão:

Aplicar recursos em NeuroArquitetura é investir em pessoas para garantir a longevidade da sua empresa. Tenha em mente que o maior bem que qualquer corporação possui são seus próprios colaboradores. Lembrando que o conceito deve ser aplicado de maneira planejada e estruturada, pois um erro no processo pode surtir efeitos não desejados e demandar custos desnecessários. O conselho é sempre procurar um bom escritório de arquitetura especializado em obras corporativas para desenvolver um novo layout e adquirir seu novo mobiliário através de uma empresa de confiança.

 

A Riccó possui um departamento exclusivo onde desenvolve o “Projeto 3.0”, baseado no conceito SmartOffice, que tem como principais objetivos: Maior flexibilidade no uso do m² dos escritórios (otimização de espaços), criação de ambientes humanizados (aumento de áreas colaborativas) e melhora no índice de produtividade, o que gera maior R.O.I.

 

Sobre a Riccó:

A Riccó é uma empresa brasileira especialista na fabricação e comercialização de mobiliário corporativo. Uma empresa sólida, fundada em 1875, que ao longo dos mais de 140 anos acumulou experiências participando da história e evolução dos móveis de escritório, adquirindo conhecimentos os quais são agregados em todos os seus produtos e serviços. 

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